FLÁVIO MÃO DE TESOURA COPIA PLANO MOTOSSERRA DE MILEI NA ARGENTINA
Flávio
Bolsonaro quer aplicar o plano tesouraço no Brasil, imitando o plano motosserra
do governo ultradireitista de Javier Milei na Argentina.
A título de
reduzir a inflação e gerar superávit fiscal, tanto o ferrenho corte de gastos
públicos realizado por Milei como o corte de gastos orçamentários de R$ 300 bilhões, anunciado
por Flávio, tanto lá como aqui, na verdade, geram severos impactos sociais e
econômicos, sufoca principalmente os trabalhadores assalariados, as classes
média e baixa e, de consequência, afeta a economia interna, causando
quebradeira as pequenas e médias empresas e jogando milhões de trabalhadores no
desemprego.
Na Argentina, os
impactos negativos mais graves do plano motosserra, relatados por veículos de
imprensa e analistas econômicos incluem:
1. Crise de Inadimplência e
Endividamento da Classe Média
O severo ajuste econômico e a
expressiva alta no custo de vida criaram uma grave asfixia financeira nas
famílias argentinas. Surgiu um novo e massivo grupo social composto por cerca
de 6 milhões de inadimplentes e endividados, que hoje enfrentam sérias dificuldades
para pagar contas básicas de consumo diário.
2. Queda do Setor Industrial e
Recessão Comercial
As medidas de
abertura comercial agressiva combinadas com a sobrevalorização do peso
argentino estão provocando um processo de desindustrialização no país.
• A produção da
indústria manufatureira registrou quedas consecutivas acentuadas.
• As vendas no
varejo acumulam quase um ano seguido de retração.
• O desemprego
subiu e se consolidou na faixa acima de 7,5%.
3. Cortes
Drásticos na Saúde Pública e Assistência a Deficientes
Como parte da
contenção de repasses do Estado, o setor de saúde foi profundamente afetado:
• Hospitais
e Médicos: O orçamento de hospitais de referência (como o Hospital Pediátrico
Garrahan) sofreu quedas reais brutais, gerando salários baixíssimos para os
residentes e uma onda de demissões em massa.
• Pacientes
e Idosos: Ocorreu a redução na entrega de medicamentos gratuitos pelo PAMI
(plano de saúde dos aposentados) e cortes na assistência a pacientes
oncológicos.
• Pessoas
com Deficiência: O congelamento de repasses para cuidadores e a suspensão
em massa de pensões por invalidez (sob a justificativa de auditorias
governamentais) deixaram milhares de cidadãos vulneráveis desamparados.
4. Desmantelamento da Ciência e
da Educação Superior
A decisão de
prorrogar orçamentos anteriores sem correção inflacionária real asfixiou as
instituições públicas. Mais de 4 mil postos de trabalho foram perdidos no setor
científico, afetando diretamente órgãos históricos como o Conicet (Conselho
Nacional de Investigações Científicas e Técnicas), que viu o seu número de
pesquisadores encolher pela primeira vez em 17 anos devido a uma perda salarial
real superior a 34%.
5. Insegurança Alimentar e
Pobreza
A suspensão de repasses para cozinhas comunitárias e a eliminação de programas de apoio popular agravaram a fome e a pobreza — que ultrapassou a marca de metade da população. O governo chegou a enfrentar graves crises judiciais e políticas pelo represamento e retenção de milhares de toneladas de alimentos estocados em armazéns estatais enquanto restaurantes populares fechavam por falta de insumos.
Essa deterioração das condições de vida e os constantes cortes em programas sociais essenciais (como as ameaças de redução do auxílio universal por filho no orçamento) têm sido os principais fatores apontados por institutos de pesquisa como o AtlasIntel para a forte queda na aprovação popular de Milei, cuja desaprovação superou a marca dos 53% a 60% em diferentes sondagens.
Portanto, os eleitores brasileiros estão alertados: se Flávio Bolsonaro ganhar a eleição no 2º Turno, quem perde é você que não faz parte da elite bilionária deste país. Essa elite não depende de políticas públicas sociais. Educacionais e de saúde pública.
A maioria esmagadora
do povo brasileiro tem razões de sobra para escolher o melhor candidato a Presidente
do Brasil. Quem votou enganado no 1º Turno, quem se absteve e não compareceu às
urnas, sabem o nome e número do candidato certo para evitar que o Brasil vire
uma Argentina: LULA 13!

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