CARTA DE UM FUJÃO AOS BRASILEIROS QUE ELE TRAIU, ENGANOU E ROUBOU
O candidato que perdeu as eleições presidenciais no Brasil em 25/10/2026, inconformado com o resultado legítimo, reconhecido por centenas de países, pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE, pelos partidos de oposição, inclusive o PL do próprio candidato derrotado e temeroso de ser preso pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa que responde no Supremo Tribunal Federal - STF, foragiu da justiça e no exterior se autoproclamou “legítimo presidente do Brasil” em carta divulgada nos Estados Unidos da América, na qual usou o antigo brasão de armas “Estados Unidos do Brazil” ao invés de República Federativa do Brasil. Esta carta, ao ser divulgada neste espaço, deve ser considerada, recebida e lida de maneira restrita pelos que que tem capacidade crítica de análise para formular contraestratégia de defesa do Governo Lula IV e do Estado de Direito no Brasil. Veja:
"Dirijo-me ao povo
brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito
do Brasil.
Antes de mais nada, queria agradecer
ao Presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao
Presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma
terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas
do meu país. O Presidente Trump é um grande defensor da liberdade de
expressão.
Na noite de domingo, vi
estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A
atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade
matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do
primeiro para o segundo turno. Uma decisão do STF, tomada por cima da
competência do TSE, estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou
depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas.
Eleitores ficaram submetidos a regras diferentes. Até agora, o TSE se limitou a
defender a prorrogação do horário e não há sequer uma única resposta crível. E
as nulidades não são o único problema. Ao longo de toda a campanha, houve abuso
de poder político, econômico e uso da máquina pública em favor da reeleição.
São fatos graves, expressamente vedados por lei, que justificam a cassação da
chapa Lula-Alckmin.
A resposta do regime ao meu
questionamento veio rápida. Como num plano previamente elaborado, sete
minutos após essa repugnante fraude eleitoral, o juiz, implicado em um imenso
escândalo de corrupção, diretamente citado no inquérito que usou para
tentar sequestrar meus passaportes, e que muito provavelmente estaria preso,
se eles não tivessem impedido a minha posse, pôs em andamento a máquina
de perseguição política do regime. Sendo impedido de origem e completamente
suspeito para iniciar qualquer procedimento judicial contra mim, a sua mera
participação em atos processuais mostra o tamanho da arbitrariedade e
ilegalidade em andamento.
Não era minha intenção deixar
minha pátria, mas eu sei exatamente onde isso vai dar. Isso é o manual clássico
de qualquer golpe de Estado. A perseguição política que começou com meu pai,
o ex-presidente Jair Bolsonaro, e se espalhou para milhares de outros
brasileiros patriotas comuns e até mesmo cidadãos americanos, tem um único
objetivo: silenciar qualquer pessoa que não concorde com o regime de exceção
instaurado no Brasil, através de uma Suprema Corte aparelhada pela organização
criminosa petista.
Para deixar claro, não existe
nenhum mandado de prisão contra mim, porque eu não cometi nenhum crime.
O que existe é uma caça às bruxas politicamente motivada, que visava me colocar
como refém e objeto de chantagem para proteger os juízes corruptos da Suprema
Corte do impeachment. Eis o roteiro da perseguição: apreensão de
passaporte, tornozeleira eletrônica, censura, prisão
domiciliar, julgamento de fachada e, finalmente, condenação
política.
Não vou submeter minha família a
isso e meu país não merece passar novamente por este vexame internacional.
Diante da instrumentalização política da Justiça no Brasil, trouxe minha
família para os Estados Unidos, onde estamos em segurança. Agradeço, mais
uma vez, ao Presidente Trump e ao governo americano por nos acolherem e nos
darem a segurança jurídica que não temos mais no Brasil.
Quero deixar claro: não fugi
do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o
líder que o meu povo merece, pois calado, preso e censurado, como meu
pai está, eu não poderia ser essa liderança e seríamos entregues ao teatro
institucional de uma oposição castrada e controlada pela Suprema Corte repleta
de serviçais do regime.
Não sou o primeiro a ter que
lutar pelo próprio país longe dele. Rui Barbosa foi para o exílio por
enfrentar o arbítrio de Floriano Peixoto e de lá seguiu defendendo a lei e a
liberdade. Charles de Gaulle liderou a França Livre a partir de Londres,
condenado à morte pelo regime de Vichy, e voltou para libertar o seu país. José
Martí organizou a luta pela independência de Cuba a partir de Nova York. Na
Venezuela, Juan Guaidó e Edmundo González tiveram que deixar o
país por enfrentar a ditadura chavista, e María Corina Machado, mesmo
perseguida, se recusou a legitimar a fraude e se tornou um símbolo mundial da
resistência democrática. Todos eles foram tratados como criminosos pelos
regimes que enfrentavam. A história os chamou de outra coisa.
Este é apenas o começo da nossa
luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Quero
dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro,
que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a
eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que
implementou uma tirania. Vocês que almejavam a mudança, e eu não vou
abandoná-los, eu serei a voz e a liderança livre da nossa nação.
Às instituições brasileiras, faço
um apelo: essa sandice precisa acabar. O Brasil vive hoje um caos jurídico, de
corrupção e de perseguição política, em que a oposição tem medo de falar e a família
de um ex-presidente é tratada como inimiga do Estado. Nenhuma nação
consegue viver em paz ou prosperar assim. Ainda há tempo de restabelecer o
equilíbrio entre os Poderes e devolver aos brasileiros a confiança que
perderam.
À comunidade internacional, peço:
não normalizem o que está acontecendo no Brasil. O que acontece hoje no
meu país não é normal e não pode ser tratado como normal.
Aos senadores, deputados e
governadores que ajudei a eleger, e em especial ao meu candidato à presidência
do Senado, Rogério Marinho: sei que hoje vocês não têm a liberdade necessária
para o pleno exercício da atividade política. Por isso, liderarei a oposição
daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que
vocês não podem correr.
E a você, que votou em mim e
sonha com a mudança: não estamos derrotados e não estamos sozinhos. Este é
apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela
liberdade no Brasil. Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo
brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição
e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos,
para impedir que Lula consolide um regime ditatorial no Brasil. Peço a
cada um que permaneça firme e jamais desista.
Saí do Brasil, mas não
abandonei os brasileiros. Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela
só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre. E esse dia vai chegar.
Que Deus abençoe o Brasil."
Flávio Bolsonaro
– foragido da justiça brasileira, proibido de deixar o Brasil onde responde a
inquéritos no STF por corrupção, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
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Disponível em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/10/28/ integra-declaracao-flavio-apos-chegar-aos-eua.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 28/10/2026


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